Por Phoenix Motel / 20 de janeiro de 2015 / Contos

1)-Meg-e-as-amigas!

Ah! Os bons tempos de faculdade. Sempre me recordo dos bons amigos e amigas que fiz lá. Claro que muitos desses amigos não foram apenas colegas de estudos, foram muito mais do que isso. Já foram publicados aqui dezenas de relatos de nossas aventuras. Hoje vou narrar mais um.

Estávamos as três – Rejane, Lucia e eu – na casa de um colega bem de vida. Chamava-se Denis e junto com ele estavam o Julio e o Jair, este um negão que não era colega, mas trabalhava como modelo nas aulas de escultura e pintura. Consegui convence-lo a ir até lá com a gente. Eu tinha achado muito interessante o pauzão dele quando ele posou nu para nossa turma. Foi o comentário geral. Os rapazes meio enciumados e as meninas totalmente alucinadas. Por sorte, eu fui a primeira a “atacá-lo”.

Pois bem, estávamos na casa do Denis que tinha piscina e uma edícula, que foi o local que preferimos. Conversamos, brincamos, bebemos e como todo mundo sabia qual era o objetivo final daquele encontro, logo o Denis nos incentivou:

– E aí, garotas, vocês vão nos deixar ver os seus peitinhos?

Nós três rimos e devolvemos a pergunta:

– Até podemos deixar, mas em troca vamos ganhar a chance de ver os seus pauzinhos?

– Boa troca! Eu topo e vocês dois?

– Já que é para o bem de todos e felicidade geral das garotas, topamos!

Então começamos a tirar as blusas. Nós três estávamos de sutiã, para desapontamento deles, o que não demorou muito, pois fizemos questão de tirá-los e nos exibir. Eu já tinha comentado com as duas amigas que o Jair seria meu primeiro, já que eu é que o convidara. Elas não se incomodaram, pois sabiam que no desenrolar dos acontecimentos todas transariam com todos.

Então, enquanto eu tirava meu shortinho e ficava só com minha calcinha fio dental provocando o Jair, chegando bem perto dele, sentando no colo dele, a Rejane foi fazer o mesmo com o Denis e a Lúcia com o Júlio.

Não demorou muito para que, em clima de muito riso, nós três tirássemos as calcinhas, ficando totalmente nuas. E como os três não se decidiam a nos mostrar seus pauzinhos, ficamos as três brincando entre nós, batendo as mãos nas bundas umas das outras, pegando nos seios, tudo para ver se os três se animavam.

Logo eles se animaram e começaram a tirar as camisas. E depois das camisas as calças e cuecas também foram tiradas e os pares já formados começaram com os beijos, amassos e tudo o mais a que tínhamos direito.

Eu estava muito entusiasmada com o pau do Jair e não esperei mais. Ele estava sentado numa cadeira, eu cheguei bem perto, alisei seu peito, peguei seu pau e comecei a chupá-lo. As duas fizeram a mesma coisa, e assim o local ficou em silêncio, só rompido pela respiração ofegante dos três que se deliciavam com nossos boquetes.

O pau do Jair era algo fenomenal. Bem maior do que os dos outros dois. Tive um prazer enorme em enfiar aquela vara negra em minha boca, deixei-a bem umedecida já prevendo que não seria muito fácil tê-la em minha xotinha. A Lúcia já conhecia a pica do Julio, foi a que menos trabalho teve para sentar-se no pau e começar a cavalgar. O pau do Denis era novidade para nós três, e a Rejane estava se deliciando com ele.

E eu resolvi encarar o desafio. Com o pau do Jair bem umedecido, me arrisquei a sentar nele.

-Aiiiiii… que cacete grande! Devagar ai, tá Jair? Não tá muito fácil de entrar não!

Ele sabia das coisas, foi enfiando bem devagar até que consegui encostar minha bunda na pélvis dele. A tora estava toda dentro de mim. Comecei a cavalgar bem lentamente e logo eu pude pular com mais vontade, mesmo assim doía um pouco. Achei melhor mudar de posição, me levantei, me inclinei sobre a mesa e ele enfiou por trás. Para não causar muito escândalo, coloquei meu short na boca, assim podia gemer que poucas pessoas ouviriam.

E eu via a Rejane e a Lucia também sendo comidas inclinadas sobre a mesa, do lado oposto ao que eu estava. Gente, aquele cacete do Jair era algo muito sério. As meninas tiraram o short da minha boca, queriam ouvir eu gemer pra valer e elas também gemiam. E foi assim, com as três comidas por trás, que terminou a primeira parte da farra. Confesso que não consegui gozar totalmente com o cacetão do Jair.

Dali a uma meia hora, já estávamos de novo em ação, trocando os pares. A Rejane foi conhecer o pauzão do Jair, eu fui para o Julio e a Lúcia para o Denis. Falei com o Julio, bem baixinho para ninguém ouvir, da dificuldade que foi transar com o Jair. E transamos numa boa, dessa vez eu consegui gozar. A Rejane gozou com o Jair, escandalosamente, deixando a Lucia até assustada, já que ela seria a próxima. Na verdade, a Rejane sempre foi mais escandalosa, o Jair tinha o pau enorme porém era bem carinhoso.

E na terceira rodada, a Lúcia pôde comprovar isso. Sentiu muita dor como nós duas, mas se deu por satisfeita. Eu conheci o pau do Denis e gostei, parecia muito com o do Virgilio, nosso colega com quem eu transava quase sempre.

Essa brincadeira toda durou cerca de quatro horas, ao final das quais estávamos todos esgotados e a melhor coisa a fazer foi nos vestirmos e irmos embora. Bons tempos!

 

Escrito por Meg em Conto Erótico.