Meg e as amigas!

Por Phoenix Motel / 20 de janeiro de 2015 / Contos

1)-Meg-e-as-amigas!

Ah! Os bons tempos de faculdade. Sempre me recordo dos bons amigos e amigas que fiz lá. Claro que muitos desses amigos não foram apenas colegas de estudos, foram muito mais do que isso. Já foram publicados aqui dezenas de relatos de nossas aventuras. Hoje vou narrar mais um.

Estávamos as três – Rejane, Lucia e eu – na casa de um colega bem de vida. Chamava-se Denis e junto com ele estavam o Julio e o Jair, este um negão que não era colega, mas trabalhava como modelo nas aulas de escultura e pintura. Consegui convence-lo a ir até lá com a gente. Eu tinha achado muito interessante o pauzão dele quando ele posou nu para nossa turma. Foi o comentário geral. Os rapazes meio enciumados e as meninas totalmente alucinadas. Por sorte, eu fui a primeira a “atacá-lo”.

Pois bem, estávamos na casa do Denis que tinha piscina e uma edícula, que foi o local que preferimos. Conversamos, brincamos, bebemos e como todo mundo sabia qual era o objetivo final daquele encontro, logo o Denis nos incentivou:

– E aí, garotas, vocês vão nos deixar ver os seus peitinhos?

Nós três rimos e devolvemos a pergunta:

– Até podemos deixar, mas em troca vamos ganhar a chance de ver os seus pauzinhos?

– Boa troca! Eu topo e vocês dois?

– Já que é para o bem de todos e felicidade geral das garotas, topamos!

Então começamos a tirar as blusas. Nós três estávamos de sutiã, para desapontamento deles, o que não demorou muito, pois fizemos questão de tirá-los e nos exibir. Eu já tinha comentado com as duas amigas que o Jair seria meu primeiro, já que eu é que o convidara. Elas não se incomodaram, pois sabiam que no desenrolar dos acontecimentos todas transariam com todos.

Então, enquanto eu tirava meu shortinho e ficava só com minha calcinha fio dental provocando o Jair, chegando bem perto dele, sentando no colo dele, a Rejane foi fazer o mesmo com o Denis e a Lúcia com o Júlio.

Não demorou muito para que, em clima de muito riso, nós três tirássemos as calcinhas, ficando totalmente nuas. E como os três não se decidiam a nos mostrar seus pauzinhos, ficamos as três brincando entre nós, batendo as mãos nas bundas umas das outras, pegando nos seios, tudo para ver se os três se animavam.

Logo eles se animaram e começaram a tirar as camisas. E depois das camisas as calças e cuecas também foram tiradas e os pares já formados começaram com os beijos, amassos e tudo o mais a que tínhamos direito.

Eu estava muito entusiasmada com o pau do Jair e não esperei mais. Ele estava sentado numa cadeira, eu cheguei bem perto, alisei seu peito, peguei seu pau e comecei a chupá-lo. As duas fizeram a mesma coisa, e assim o local ficou em silêncio, só rompido pela respiração ofegante dos três que se deliciavam com nossos boquetes.

O pau do Jair era algo fenomenal. Bem maior do que os dos outros dois. Tive um prazer enorme em enfiar aquela vara negra em minha boca, deixei-a bem umedecida já prevendo que não seria muito fácil tê-la em minha xotinha. A Lúcia já conhecia a pica do Julio, foi a que menos trabalho teve para sentar-se no pau e começar a cavalgar. O pau do Denis era novidade para nós três, e a Rejane estava se deliciando com ele.

E eu resolvi encarar o desafio. Com o pau do Jair bem umedecido, me arrisquei a sentar nele.

-Aiiiiii… que cacete grande! Devagar ai, tá Jair? Não tá muito fácil de entrar não!

Ele sabia das coisas, foi enfiando bem devagar até que consegui encostar minha bunda na pélvis dele. A tora estava toda dentro de mim. Comecei a cavalgar bem lentamente e logo eu pude pular com mais vontade, mesmo assim doía um pouco. Achei melhor mudar de posição, me levantei, me inclinei sobre a mesa e ele enfiou por trás. Para não causar muito escândalo, coloquei meu short na boca, assim podia gemer que poucas pessoas ouviriam.

E eu via a Rejane e a Lucia também sendo comidas inclinadas sobre a mesa, do lado oposto ao que eu estava. Gente, aquele cacete do Jair era algo muito sério. As meninas tiraram o short da minha boca, queriam ouvir eu gemer pra valer e elas também gemiam. E foi assim, com as três comidas por trás, que terminou a primeira parte da farra. Confesso que não consegui gozar totalmente com o cacetão do Jair.

Dali a uma meia hora, já estávamos de novo em ação, trocando os pares. A Rejane foi conhecer o pauzão do Jair, eu fui para o Julio e a Lúcia para o Denis. Falei com o Julio, bem baixinho para ninguém ouvir, da dificuldade que foi transar com o Jair. E transamos numa boa, dessa vez eu consegui gozar. A Rejane gozou com o Jair, escandalosamente, deixando a Lucia até assustada, já que ela seria a próxima. Na verdade, a Rejane sempre foi mais escandalosa, o Jair tinha o pau enorme porém era bem carinhoso.

E na terceira rodada, a Lúcia pôde comprovar isso. Sentiu muita dor como nós duas, mas se deu por satisfeita. Eu conheci o pau do Denis e gostei, parecia muito com o do Virgilio, nosso colega com quem eu transava quase sempre.

Essa brincadeira toda durou cerca de quatro horas, ao final das quais estávamos todos esgotados e a melhor coisa a fazer foi nos vestirmos e irmos embora. Bons tempos!

 

Escrito por Meg em Conto Erótico.

A loba

Por Phoenix Motel / 11 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Cio da Loba (por: Bela Esposa)

Vou contar pra vocês, uma experiência erótica alucinante que vivi ontem!
Uma putaria somente a dois.
Deixei meu homem enlouquecido, num êxtase animal.

Sexta-feira, chamei meu marido para passear por aí…
Pedi que ele abrisse o portão da garagem enquanto eu colocava umas coisas no carro.
Rapidamente assumi a direção, saí da garagem e falei que naquela noite eu estava no comando.
Coloquei um CD do Deep Purple que gravei especialmente para ele.
Próximo ao “nosso” motel, falei pra ele:
– De carona e ouvindo esse som, o que mais você poderia querer?
E, antes que ele respondesse, dei uma guinada e entrei decidida, rsrsrsrs.
Pedi uma suíte, enquanto ele me olhava perplexo, sem se manifestar.
Enquanto ele abria o quarto, peguei no carro a minha maleta mágica com os brinquedinhos que usamos quando estou nos dias do cio da loba, além de umas novidades bem excitantes.
Peguei também uma garrafa tequila que eu tinha levado para a noite.
Nesse momento, já podia sentir aquele calor tomando inteiramente meu corpo.
No quarto, ele já estava de sunga, preparando a sauna pra nós dois. 
Vesti meu biquinizinho, colocando a parte da frente para trás, deixando aparecer quase tudo. Entrei na sauna e notei que ele estava se cuidando bem gostoso pra mim.
Alto, moreno com um corpo escultural, parecia mesmo um Deus grego, com aquela linda careca lustrosa e lisa, Fantasiei a cabeça de um enorme caralho e não esqueci aquele pensamento pervertido. 

Saí da sauna, coloquei um outro biquíni ainda menor, que ele ainda não conhecia e calcei um salto alto pra empinar bem minha bundinha. Lambuzei meu corpo com óleo afrodisíaco, deixando minha pele brilhando prontinha pra ser tomada pelo meu amor..

Aconteceu exatamente o que eu esperava tão ansiosamente, ele me dominou com todo poder de um macho sedento por sexo.
Fizemos amor tão apaixonadamente, que suávamos de tanto prazer. Gemíamos e uivávamos numa mistura de dor e prazer.
Os dois corpos se misturando, em movimentos fortes, mas também carinhosos, com pegadas de mão que fizeram entregar-me completamente. Àquela altura, permitiria o que ele quisesse fazer comigo. Queria ser preenchida, recheada por aquela vara grossa e dura.
Devoramos um ao outro, até entrarmos num transe orgásmico e, entregues, num abraço apertado e profundo gozamos deliciosamente por repetidas vezes.

Depois ficamos nos curtindo, ouvimos músicas e então comecei a dançar. Adoro dançar pra ele!
Ele, hipnotizado com os meus movimentos sensuais e provocantes me perguntou, comendo-me com seus olhos felinos:

– Você trouxe alguma outra roupinha especial?

E eu respondi:
– Trouxe uma saia bem pequenininha de oncinha…
– E essa você ainda não viu!!!
Vesti pra ele, que, surpreso, ficou babando como um cachorrinho. Dancei sedutoramente de salto alto, saia de oncinha, deixando a parte de cima nuazinha, exibindo pra ele minha tatuagem todinha.
Quando percebi, ele estava tocando o pau bem gostoso, na beira da cama. Pediu para eu tirar a calcinha e fiquei dançando, agachando e rebolando pra ele.
Ele deitou no chão e pediu pra eu me esfregar na sua cara. Ele queria sentir o cheiro da sua fêmea. Ficou totalmente atordoado, explodindo de tesão…
Eu fiquei louca com toda aquele jogo do acasalamento fluindo tão intensamente desde o inicio da noite e me vi completamente envolvida e seduzida pelo seu olhar penetrante e sua boca carnuda e molhada esfregando em minha bocetinha.
Muito fêmea, feroz e melada de prazer…
Esfregava como louca a minha bocetinha naquela careca, toda gozada com meu leitinho doce. Pegava-me com sua mão, chupando e sentindo todo meu corpo, invadindo, possuindo e tocando-me como seu violino do desejo.
Encheu-me de amor…
Uma loucura!
Acabamos na cama, sonhando acordados.
Chupei muito a vara, olhando bem de pertinho no espelho. Ele me pediu pra eu ficar olhando como eu engolia tudo até o fim e para eu ver a expressão faminta de prazer estampada em meu rosto.
Fiquei louca e finalmente ele me penetrou, rasgando-me sem dó. Enterrou aquela vara linda, grossa, dura com as veias pulsando e uma cabeça vermelha reluzente de tanto prazer e tesão.
Comecei a lambê-lo como um delicioso pirulito daqueles que a gente quer que nunca chegue ao fim.
Fui deliciada com um leite grosso e forte jorrando. Saboreei e engoli quase tudo… 
Quase, porque não poderia deixar de levar aquela esporrada na minha cara.
Cara de menina-mulher assanhada e insaciável.

Fonte: Texton

O fotógrafo

Por Phoenix Motel / 11 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Minha namorada Loemy ,morena linda , sensualíssima , seios fartos , bunda arrebitada ,gostosa demais ,tremenda mulherona ,gostosa,maior tesão .

Eu e Loemy somos vidrados em fotos e nossa fantasia era alguém tirando nossas fotos bem sensuais,transando etc.

Pedimos a um amigo nosso ,Tales ,que tem uma câmera moderna,o convidamos para uma cervejinha no bar , ficamos ali bebendo,só de imaginar o assunto foi nos dando enorme tesão e resolvemos ir a um motel próximo para começarmos logo.

Pedi a conta e enquanto nosso amigo foi buscar a câmera.
Lá chegando minha namorada falou:

“-vamos começar,estou louquinha de curiosidade e já com tesão !

Foi até o banheiro e voltou de lingerie, cinta liga branca e aos poucos ela foi ficando peladinha, vestiu outra lingerie e mais fotos, eu estava com muito tesão naquilo tudo.
Ela me chamou e deu-me um baita beijo de língua e abocanhou meu pau e fazendo caras e bocas para a câmera de Tales que também começou a ficar excitado, pois seu pau estava se avolumando na calça .

Minha namorada dirigia as fotos:

-nós podíamos tirar uma foto igual eu vi na internet outro dia, Tales tira o pau para fora e tira uma foto…… eu chupando o seu pau e pegando ele de pau duro pelo espelho, vai ficar legal!”.

Tales não disse nada, apenas olhou pra mim e eu falei: “ok, vamos fazer”.

Ele tirou o pau para fora e fomos fazer a foto, ela se ajoelhou no chão e começamos, ele tirava a foto e mostrava para ela ,que fazia suas críticas e pedia para tirar outra.

Sugeriu outra foto em frente ao espelho agora nós dois de pau duro, ela no meio, tirou uma foto depois mais perto um do outro, ficamos bem perto da sua boca , ela colocou a boca no meu pau e pediu para tirar uma dela me chupando, com o pau dele perto do rosto dela , ela me chupava de frente para o espelho, o pau dele bem perto da sua cara, olhava através do espelho ,outra , ela olhando para o pau de

Tales que já não estava mais se aguentando de tesão .
Ela foi para cama e começamos a transar e Tales nas fotos.

Depois ela chamou Tales para aparecer na foto, no espelho e depois , outra…. com a pica dele quase encostado na boca.

Ela me olhou e falou: “eu já pus a mão nele mesmo, então deixar eu tirar uma segurando”

Só que Tales não aguentou e empurrou o caralho em direção a sua boca que tomou o maior susto e retirou da boca,por respeito a mim ,sei lá.
Em dado momento ela falou :

“Calma, só quero curtir, agora já era, deixa rolar” e foi logo colocando o pau de Tales na boca , fizemos umas três posições, enquanto eu fodia ela , ela chupava e batia punheta em Tales .

Ela me fez gozar gostoso,pois eu estava excitadíssimo !
Disse meio chateada : -Já amor ,,,parece galo e eu?
Não se fez de rogada pegou uma camisinha e foi colocando no caralho de Tales , falando :
-“ninguém mandou você gozar logo , eu quero mais”, mais …mais…. estou com uma fogo danado na perseguida!

Subiu em cima da pica do meu amigo e foi descendo e subindo ora cavalgando devagar ora rapidamente , metendo feito louca, ele gemendo e socando –a sem parar.
Levantei-me, fui para o banheiro deixando os dois transando ali na cama, eu já tinha gozado e não acreditava….. minha namoradinha safada ,maior putinha do cacete….. dando para nosso amigo Tales .

Depois de 20 minutos ela apareceu toda suada rindo, entrou no box me abraçou e falou: “você não vai ficar bravo né, amorzão da minha vida !

falei :-sua safada…… putinha gostosa…. do caralho , ela com o seu jeitinho, percebeu meu consentimento.
– “te amo, é por isso e tudo mais que eu te amo” e me deu grande beijo na boca.

Foi apenas uma fantasia que realizei e fique tranquilo, você é o macho da minha vida ! viu!
-Corninho lindo,só farei isso de novo …..se você quiser!…risos….
Até……

 

Fonte: Texton

A loja de departamentos

Por Phoenix Motel / 11 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Parte inferior do formulário

Era para ser papo rápido, nada mais que quinze minutos. (Pois é! Era, pretérito PERFEITO). Porém, ao andar da carruagem, pareceu uma eternidade até iniciarmos o perigoso ímpeto.

Sempre foi incrível a minha relação com Bruno, desde a infância quando éramos obrigados por nossas mães a manter constante contato no colégio, a adolescência, quando descobrimo-nos aos poucos e deliciávamos com os aprendizados de um bom sexo oral.

O ditoso da vez trabalha em uma loja no Centro da Cidade Maravilhosa e minha missão era de simplesmente ir até lá e lhe entregar o envelope a pedido de sua mãe, seguido por confirmar a carona para casa após a saída do curso.

Tive que esperar uns vinte minutos até Bruno aparecer, dispensando os mais diversos funcionários dedicados que vinham oferecer seus serviços e papeando tranquilamente com uma senhora de muito bom humor que denunciava cada erro na vestimenta que procurava para sua filha.

Finalmente o tão esperado apareceu, contudo, ignorou-me por instantes pedindo somente para que o acompanhasse. Rodamos praticamente todo o local até enfim pararmos perto do estoque.

A porta sanfona estava entreaberta e pude ver caixas de sapatos e algumas com blusas ainda em saquinho transparentes. Senti somente ele me segurando pelo braço e puxando ágil, sem machucar, até outro canto da loja, uma ala com porção de caixas entreabertas sem absolutamente nada dentro além de sacos plásticos ou plástico bolha.

Ele: Aqui podemos conversar melhor!

Abriu outra porta sanfona que ficava oculta ali e que até então, para qualquer cliente que passasse, era inexistente. Para completar, tratava-se de uma salinha generosa por sinal. Havia uma pequena mesa e um bebedouro de galão.

Ele: O que foi? – então fui mais breve possível, sentando de pernas cruzadas sobre a mesa para pegar o envelope dentro da bolsa.

Senti suas mãos percorrerem minha panturrilha e adentrar por baixo do vestido soltinho.

Eu: Bruno, agora não. Podem nos pegar. – entrei logo o envelope e confirmei a carona, no entanto, suas mãos envolveram minha cintura rapidamente, puxando para si e colando seu rosto no meu. Antes que eu pudesse dizer algo, ele argumentou.

Ele: Já está na minha hora de almoço e podemos ficar aqui sem problemas – desceu a alça do vestido juntamente a do sutiã e deferiu beijos em meu pescoço seguindo ao ombro.

Eu: Por mais tentador que seja, podem nos pegar e você será demitido.

Ele: Está com medo, dona Gats? Achei que gostasse do perigo de ser descoberta. Não sempre foi assim?!

Sua mão direita já apertava minha coxa por baixo do vestido e brincava com a tira da calcinha. Bem ou mal aquilo me parecia um desafio e então aceitei como um. Isso sem dúvidas sempre foi uma grande fonte de tesão para mim e quanto ao lugar, foda-se. Seria mais uma experiência deliciosa.

Beijei imediatamente Bruno em sinal de aceitação enquanto desabotoava sua camisa deixando a mostra o tórax definido, mas sem exageros. Como para fechar com chave de ouro, a sonoplastia tratou de colocar uma música que tomasse conta da loja. Agora sim ninguém escutaria nossos ruídos.

Minha mão acariciava seu cabelo e outra minha bucetinha, só para avisar que a pica já vinha, simultaneamente, ele se inclinou e começou a chupar meus peitinhos. Era como um ritual e de maneira alguma podia faltar. Meus gemidos durante o ato sempre o faziam realizar com mais intensidade.

Assim que parou, abaixou a calça e surpresinha: estava sem cueca, menos uma barreira. Tirei a calcinha e abri um tanto as pernas, levantando o vestido.

Sem cerimônia alguma, inseriu rápido e forte seu pau, segurava-me pela cintura a fim de evitar que a mesa rangesse muito ao balançar e começou a socar. A intensidade aumentava e novamente a sonoplastia nos acobertou iniciando um rock intenso.

Tentava eu manter os braços firmes, quando repentinamente me tomou nos braços, tirou a pica e me colocou contra a mesa, de costas para dele. Senti o ardor de uma forte palmada que deferiu em minha coxa direita enquanto socava, agora mais rápido, e apertava com a outra mão meu seio, trazendo uma leve dor que por si só aumentava o tesão.

Tão repentina começou a música cessou em meio a um gemido mais alto que eu emitia. Aquela pica pulsava dentro de mim e minha xana já deixava seu mel escorrer pela virilha, quando, para completar, emendei num gozo e novamente gemi, pouco mais alto e tive este abafado pela mão quente de Bruno.

Senti sua tora ser posicionada em meio cuzinho, rodeando calmamente e sua risada ousada com seu perfume forte que por sinal devia se chama Pura Malícia ou Malícia em Pessoa. Minha bolsa havia caído, porém pude ver de reflexo a luz do celular recebendo ligação, mas dane-se. Pelo menos eu tinha colocado no silencioso! Estava preparada para a penetração que seria mais lenta que a outra e aquele joguinho do seu pau roçando e alternando em minha intimidade fez-me fincar as unhas na mesa e soltar um murmuro.

Entretanto, duas vozes femininas estavam se aproximando, logo me calei, quanto a Bruno… Ha! Continuou fazendo questão de roçar sua envergadura próxima ao clitóris. Cerrei os dentes para não dar um gemido alto e atrair atenção de ambas as mulheres, uma a qual pude notar ser a que eu estava conversando antes de encontrar Bruno. Cadê a sonoplastia nessa hora, caralho?!

Por sorte, uma voz masculina invadiu o local pedindo para que as senhoras o seguissem, pois sabia onde estava o que procuravam. Ufa!

Ele: Viu? Ainda não confia em mim, Gats?! – riu.

Por mais desconfiada que eu fosse das artimanhas de Bruno, ainda sim tinha um pouco de certeza que não seríamos pegos. Por outro lado, conseguia desconhecidamente me surpreender com sua perspicácia, desde quando fodemos na garagem da sua avó no natal passado ou no terraço de sua casa mesmo sabendo que o vizinho de trás fofoqueiro que só poderia estar de butuca.

Recuperei-me de meu devaneio, quando ele libertou meus pulsos, porém enrolou meu cabelo em sua mão, colocando-me contra a parede. Fala sério! Não sei se todas, mas acho uma delícia quando o homem brinca com o meu cabelo durante o sexo. Dá mais tesão, sei lá. Inexplicável assim como porque nenhuma mistura gera o vermelho. E Bruno sabia disso!

Seu pica socava agora sem problemas com o ranger de mesa alguma. Fiz questão de empinar pouco mais e só escutei um “Aham” vindo da parte de Bruno, um tanto misturado com o que eu poderia considerar um gemido.

Apoiei as mãos uma sobre a outra na parede para encostar a testa, inclinando ainda mais frente e empinando, com as pernas mais separadas um tanto para manter firme. Sua mão tratou de apertar minha cintura e entrando com mais rapidez e força, saindo deixando a fome de quero mais.

Ele: Gats, eu só acho que já já vou gozar. – sussurrou em meu ouvido e deu uma gargalhada.

Eu: Não se atreva me besuntar de porra aqui! – ordenei e ele riu.

Ele: Não sei não… Não tenho mais nada que uma ideia pra onde vai à gala.

Típico não?! Ainda não tinha feito e ali, naquele exato momento, não podia fechar melhor. Seu pau saiu lentamente da minha grutinha coberto de fluído. Agachei sem nem mesmo olhar ao seu rosto e coloquei a pica na boca.

Um rabo de cavalo era feito com meus cabelos para que pudesse visualizar a cena, ao mesmo tempo, eu não parava.

Ele: Mas que menina gulosa! Pega quase tudo! – disse baixinho e escutei ri, enquanto eu revirava os olhos e ri simultaneamente por dentro, sem perder o ritmo do boquete.

Finalizando tudo, o tocar de uma melodia. Não, não era o celular dele e sim a sonoplastia que quis voltar a colaborar e pôs The Only Exception para tocar. O ritmo não tinha nada a ver com o que fazíamos, porém só o baque de soar alto e depois reduzir relativamente o volume foi o suficiente para que Bruno ejaculasse e o gozo fosse direto para minha garganta sem pestanejar.

Engasguei-me um pouco, porém Bruno vendo minha vermelhidão e prontidão à tosse, ofereceu um copo com água. Não demorou tanto para que nos recompormos e sairmos da saleta, incrivelmente suados. Despedi-me e sai em direção ao curto, no qual cheguei sete minutos atrasada, o que não significou exatamente nada.
Só depois fui parar para ver de quem seria a ligação em momento tão impróprio. Quem não, o que! Não passava da operadora que mais tarde tratou de ligar novamente oferecendo novo plano. Apesar dessa frustração, o restante do dia foi relativamente proveitoso, chegando a ter até mais alguns pegas no carro antes de irmos para casa.

Fonte: Texton

O chefe e eu

Por Phoenix Motel / 11 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Sou Celia, loira , olhos verdes , seios fartos ,bunda grande,gosto muito de sexo,no inicio deste ano, estava sem trabalhar e participei de entrevista para uma vaga na área de vendas.
Conheci Paolo,um executivo da empresa que fez questão de se apresentar para os candidatos e candidatas, de uma forma simpática, o cara bem charmosão e educado, o tipo de macho que uma mulher resiste a primeira , mas na segunda não tem chance, acaba dando mesmo.

Senti que ele me olhou com outros olhos ,pensei, pode ser impressão ,deixei pra lá.
No meu currículo havia meu celular, ele me ligou antes da tal entrevista final me convidando para um cafezinho no shopping , achei estranho, mas já imaginava .

Marcamos e lá estava eu, com meus 23 aninhos, gostosa, perfumadinha .
Quando cheguei, ele elogiou minha apresentação com outros candidatos e candidatas.

Disse que eu estava bem com unhas e cabelos lindos , blusinha elegante e um jeans de marca, comportado, mas revelador. Sentamos e ele mandou a primeira cantada:

– Celia , você tão jovem, está preparada para conviver com a pressão da área de vendas? – Respondi que já havia enfrentado áreas bastante exigentes e não estava amedrontada pelo desafio. Então ele mandou a segunda:

– Você sabe que em vendas, muitas vezes mulheres, bonitas como você, precisam ser mais hábeis que o normal ou acabam perdendo negócios importantes, como você vê esta situação?

– Tentei dar uma de boba e falar da minha formação acadêmica quando ele interrompeu.
– Não é isto, estou falando se um cliente te chamar para um almoço ou um uísque, para assinar o contrato, como é que você faz?

-Você topa e fecha o negócio ou amarela e perde tudo?
-Caramba, ele foi mais que direto. Perguntei se aquele café já era um destes eventos e ele sorriu maliciosamente, balançando a cabeça com um não, mas com os olhos dizendo que sim.

Disse que poderia usar meu charme para ajudar os negócios, mas não o meu corpo, a não ser que a situação me envolvesse muito, e sorri, passando a língua entre os dentes e ainda perguntei:

– “meu dente sujou de batom,bem perto de seus lábios ?”.

O chefinho me puxou e me lascou um beijão que eu quase amoleço alí mesmo .

“Nossa chefe, você não perde tempo.
-Adorei.” Eu gosto muito disto em você, respondeu ele.

Vamos sair daqui?

Tenho que continuar com você em outro lugar.
Fomos para um motel, no seu carrão sua mão assanhada na minha coxa, passadinha de dedo entre os seios, e eu já me molhando ,minha bucetinha eriçada de tesão . “Este cara sabe foder uma mulher” pensei comigo.

Já no motel e ele abriu um vinho italiano, maravilhoso,começou a me amassar toda, apertando minha bunda, encoxando com força, arrancando a blusa e eu já estava apalpando o cacete dele por cima da calça.

Bom cacete, duro e grande. Me virei de costas para ele me abraçar e eu esfregar minha bunda naquele pau gostoso.
Eu sei o poder que a minha bunda exerce sobre os homens, e com ele não foi diferente.

Ele abriu a minha blusa, tirou meu sutiã e abaixou o meu jeans, fiquei somente de calcinha preta e safada.
Rebola, geme, esfrega e ele também já sem nada, pulamos na cama ,já nus …..para eu receber a melhor e mais maravilhosa chupada que já tive.

Já com meia garrafa de pro-secco no juízo, um empregão pela frente e um chefe no meio das pernas, me entreguei totalmente a luxúria e ao tesão.

Gemia feito uma gata no cio e estava adorando aquela foda gostosa e meu emprego garantido .

Adoro lambida na bunda, me virei de quatro e ele entendeu , seus dedinhos esfregando meu grelo e língua varrendo meu rabinho e buceta de cima abaixo, eu rebolava e adorava aquela coisa doida.

O taradinho , veio me abrindo passando um dedo,na minha bucetinha e pimba, encostou o cacete na minha bucetinha, enterrou devagar e muito gostoso .Um pau duro e largo foi me arreganhando toda, e eu adorando, eu sempre gostei de pau grosso e ele era na medida.

Menos de dez estocadas daquela pica na minha buceta e eu já estava derramando melzinho pelas coxas, gozei muito gostoso …depois percebi que seu cacete ainda duro implorei:—-
-Fode meu rabo , seu puto , me come …..porra…
O cara enlouqueceu e meteu tudo e me apertou na cama . Eu olhava para trás e pedia:

– Soca esta pau, caralho, enche meu cuzinho de porra… – Pronto …
Eu já estava no domínio, e o futuro chefe se derreteu dentro de mim. Gozou lá dentro e se desmanchou nas minhas costas. Ficou um pouco paradinho, tirou a sua pica do meu rabinho sorriu e disse:

-Tá contratada linda,mas tem que repetir a dose uma vez por semana topa?

Fomos para uma ducha, e ele ficou admirando meus seios, rosadinhos e firmes, parece que tem silicone, mas são naturais.

Mais uns beijinhos e ele me fez pagar um boquete no chuveiro. Ficou durinho de novo e fomos para a cama novamente. Desta vez, ele já estava meio sem bala e eu de fogo, aí foi a minha vez de maltratar o danado.

Resumindo, meus amores , já estou na empresa, sou uma das melhores da equipe de vendas, preciso dar uma saidinha técnica com um cliente uma vez por semana….. adivinha com quem??
-risos…
Até….

Fonte: Texton

A gente depois da festa

Por Phoenix Motel / 11 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Sou Mirtes , morena clara, 19 aninhos ,cabelos escuros,bumbum,seios grandes…muito extrovertida e festeira….. pacas .
Eu e minha prima, vamos em todas as festas ,mas um dia ela não pode e como meu tio de 25 anos estava de bobeira,convidei-o,senão papai não deixaria.

Fomos,bebemos muito dançamos e nos divertimos bastante.

Na volta de madruga eu com garrafinha de vodca e ele dirigindo,me pediu um gole, eu respondi só se você me der um beijo.

Ele parou o carro e me deu um selinho,eu o empurrei e ri.

-Seu bobinho estava brincando…….

Ele me puxou a me beijou de novo ,de língua…foi descendo me apalpando e segurou meu seios debaixo da minha blusa.

Eu fiquei lá retribuindo o beijando sem parar e ofegante . Pulamos para o banco detrás ,abriu minha calça e eu surtei…disse que estava errado que não queria,que não podia….aí ele me disse:-

-Sua bobinha,deixa eu só dar um beijo na sua bucetinha e vamos embora.

Quando ele beijou………fui às alturas ….. e logo em seguida enfiou o língua molhada em mim,eu fiquei maluca..com um inédito sexo oral,ficou me lambendo feito um cachorrinho lambendo a cadelinha com gosto …depois enfiava a língua,então me beijou na boca e disse:

– sente teu gosto em mim sua gostosa.

Depois disse que não aguentava mais e tirou sua pica fina e comprida pra fora, estava com a cabeça toda meladinha e abrindo minhas pernas para o alto……. me penetrou …..nossa quase morri de tesão enorme…..

fodia devagar depois foi aumentando o ritmo e mordendo meus seios….

Foi uma selvageria só…estávamos bêbados, ou por ser proibido…sei que gozamos e recomeçamos umas duas vezes.

Depois, caímos desfalecidos de tanto prazer , nos vestimos e fomos pra casa.
No dia seguinte ele saiu antes que eu acordasse, voltou pra cidade onde ele morava , sem se despedir.

Ainda bem que eu nunca o amei de verdade, mas sinto um tesão por ele.

Até hoje, quando nos encontramos fico molhadinha,excitadíssima ,mas não tivemos nada, como explicar ao meu pai que eu era apaixonada pelo meu tio e além do mais foi mais uma fantasia da minha parte ,

hoje,ele tem uma namoradinha e eu também,mas o primeiro sexo oral foi ele que me iniciou …e a gente nunca esquece ………
Até ………..

dama

Fonte: Texton

Com os primos, pode.

Por Phoenix Motel / 8 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Tudo começou quando Léo ( nome ficticio) e eu resolvemos brincar de tocar um ao outro, nossa desculpa era ficar brincando de esconde-esconde enquanto nossos primos se escondia nos ficavamos nos esfregando nada demais, adorava fazer isso. Ele massageava minha bucetinha. Nossa familia resolviu ir para um clube e nós resolvemos ficar para arrumar algumas coisas para viagem. Ele me pediu q chupasse o pau dele e enquanto eu fazia isso ele ficava passando a mão pelo meu corpo, tiramos nossa roupa e ficamos fazendo um belo de um 69 .
Então resolvemos partir para o ataque ele falou que queria me penetrar e fazer eu gozar deixei mais pedi q ele fosse bem devagarinho, me penetrou com força e eu ficava gemendo em seu ouvido motivando ele gozei bastante , o tempo passou e nós nem vimos quando minha prima irmão dele chegou e nos pegou no flagra ela ficou se mastubando e pediu para poder punhetar o pau do irmão, ele o começo não queria pois era a irma dele mais convenci ele enquanto ela o punhetava ele chupava minha buceta soltei todo o meu melzinho na boca dele . tomamos banho e ficamos esperando o resto chegar.

Fonte: Texton

A primeira vez

Por Phoenix Motel / 8 de dezembro de 2014 / Sem categoria

Há um tempo atrás, conheci um garoto no colégio que estudei, era o último ano dele, e eu ainda estava no primeiro ano do ensino médio.. Trocamos olhares várias vezes, mas achei que ele nunca iria falar comigo… Até que então ele entrou em contato comigo pelo facebook, conversávamos muitoo, principalmente sobre sexo, ele sabia que eu era virgem e tudo… Então marcamos para fazer algo muito gostosoo, estudávamos em horário integral, tínhamos 1:30 para “almoçar” pra depois voltarmos ao colégio.. Então, fomos para minha casa, minha mãe estava trabalhando, e eu tinha a casa toda pra mim…

Fomos direto para o meu quarto, não perdemos tempo, começamos a nos beijar, e que beijo gostoso viu, rs… Ele começou a me encoxar, a passar as suas mãos em mim, comecei logo a ficar excitada e comecei a passar a minha mão por dentro de sua camisa e tirei logo, ele tirou minha blusa e sutiã, e começou a chupa-los bem gostoso, ele me jogou na cama e já foi tirando minha calça e minha calcinha, começou a me chupar que fiquei louca de tesão, e já fui puxando ele e fiquei por cima(era virgem mas não santa, rs), tirei a calça dele e cai de boca no membro dele grosso e gostoso, ai ele me colocou por baixo e começou a passar a cabecinha rosada dele na minha xota, já estava loucaa pra aquilo entrar e meter bem gostoso em mim, mas estava com medo, pois doía um pouco.. Mas ele me acalmou, colocou a camisinha e foi pressionando devagar, quanto mais ele pressionava eu ia pra trás por conta da dorzinha que estava sentindo… Ai ele me puxou e disse: “você vai ter que aguentar um pouco bb, só dói pra entrar, dps vc vai gemer de tanto tesão, confie em mim.”, então eu confiei e até que acabou entrando, ele meteu com gosto e gozou gostosoo, doeu muito, mas foi legal..Depois dessa teve muitas outras, com outros caras, e fui muitoooo melhor… Dps conto pra vcs, rs.. Até!

Fonte: Texton

 

Festival oferece pratos assinados por chefs em motéis da Grande Goiânia

Por Phoenix Motel / 1 de novembro de 2014 / Promoção

A rede moteleira de Aparecida de Goiânia e da capital realiza, pelo segundo ano consecutivo, o Festival Motel Gastronomia. Até 15 de novembro os clientes poderão degustar pratos especialmente elaborados por chefs regionais com preço acessível. O objetivo é eliminar o preconceito do público, mostrando que o motel também oferece opções gastronômicas requintadas.

Ao todo, dez motéis participam do festival. Os chefs participantes são André Barros, Alessandra Barros, Dilde Pidde, Mara Manuela e Renata Stein. Dentre os pratos oferecidos estão opções de carnes, risotos e massas. A lista completa pode ser conferida no site do festival.

Presidente da Associação Brasileira de Motéis – Regional Goiás e idealizador do projeto, Michael Alves e Almeida explica que a expectativa é que o festival siga o sucesso da primeira edição e que os números de hospedagens cresçam, em média, 25% no período do evento. “A minha ideia é que o festival no circuito de eventos gastronômicos da cidade”, diz.

Qualificação
Além disso, a rede vê no projeto uma oportunidade de qualificar o serviço prestado nos motéis. No estabelecimento onde Michael é proprietário, por exemplo, três cozinheiras foram pessoalmente treinadas pelo chef André Barros para que preparem diariamente o “Filé Oriental”, receita participante do festival.

É o caso de Keila Morais, 38, que afirma aproveitar a oportunidade para aprender mais sobre culinária. “Enquanto ele me ensina um prato estou fazendo mil perguntas, pegando dicas”, conta. Ela ressalta que, apesar de não poder ver, os clientes não devem temer os bastidores do preparo de seus pratos. “É normal, como qualquer outra cozinha. A gente faz tudo na hora, fresquinho para levar para o cliente”, diz.

Alessandra Barros prepara prato do Festival Motel Gastronomia, em Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Luísa Gomes/G1)

Chef Alessandra Barros prepara receita com auxiliares (Foto: Luísa Gomes/G1)

O projeto também é considerado positivo para os chefs participantes. Segundo Alessandra Barros, que assina dois pratos nesta edição, o convite inicial causou surpresa, mas foi encarado com um desafio que vem trazendo resultados gratificantes. “Aqui a gente não fala com o cliente. Então, só sabe se está bom ou não quando tem o retorno do prato. E as cozinheiras têm contato que eles estão voltando quase lambidos, não tem sobrado nada”, comemora.

Tanto ela quanto André Barros afirmam que a elaboração da receita deve levar em conta as características do local onde ela será preparada. “Pensei em um prato que fosse atraente no visual, no sabor, que seja diferente e tenha um baixo custo”, afirma André. Dentre os cuidados estão a escolha de ingredientes mais leves e de fácil preparo, já que nos dias de maior movimento nos motéis, a cozinha requer agilidade para atender os clientes.

O toque final fica por conta das cozinheiras do dia-a-dia que garantem a qualidade dos pratos assinados pelos chefs sem perder a personalização para os clientes da casa. “Aqui a gente não trata os clientes pelos nomes, mas aqueles que vêm com frequência a gente já sabe do que gosta e sempre faz do jeito que eles pedem”, revela Keila.

Serviço:
2º Festival Motel Gastronomia
Data: até 15 de novembro
Motéis participantes: Aphrodite, Chalé, Dunas, Eros, Memphis, Mont Blanc, Ophium, Phoenix, Suite e Vip’s.
Mais informações: www.motelgastronomia.com.br

Fonte: G1